praerigidus

As to be, one cannot entirely be without letting be what one is.

Month: January, 2017

Weightless V

How can one account itself responsible for its own actions based on values and moral codes of human conception when one cannot completely assure its right to exist with total control of its free will. How can one know that from all the so supposed possibilites of what he could have been he was not compelled to be the one he was supposed to do, because no matter how, he is supposed to reach the same thought as if he had done differently from what he thought he chosen to do.

Be more of what you could be through what you want to be, only then you’ll be what you envisioned to be.

Padrões II

Procura por ti em ti mesmo, onde te encontras tu? Naquilo que hoje és ou nas possibilidades daquilo que podias ter sido e não foste. Questiono-me porque faz parte do que sou, procurar um significado daquilo que poderei ser para que não venha a ser o que nunca fui.
Quando deparados com uma decisão, vulgo, escolha, somos, mas de que forma podemos nós afirmar que a escolha não foi feita por ela própria e a nós apenas nos apenas foi dada a opção de compactuar com algo que não nos cabe  decidir, e assim somos, meros passageiros a bordo de um corpo no qual somos obrigados a sentir de forma a que esse corpo nos devolva aquilo que através dele sentimos.

Eu sentido, em sentido, sentido, sentir.

Weightless IV

Porque para que nos mantenhamos acesos teremos sempre de ser confrontados por porquês. Existe algo inerente ao ser humano que o diferencia dos restantes seres, o porquê e a necessidade de respostas claras aos porquês com o qual se depara em momentos necessários à sua profícua existência. Parar de questionar é parar de existir, sendo somente ser e deixando de ser humano, porque a humanidade constrói-se à procura dos porquês com que nos defrontamos e nos quais procuramos resposta para finalmente encontrar um significado humano na mesma.

Somos tristes necessidades das perguntas para as quais não temos resposta.