XXXVIII

by praerigidus

Aleatoriedade, que outra razão terá tanta compaixão?
Se na aleatoriedade viver
Quanto de mim ficarei a conhecer?
Caberá ao aleatório revelar-me a razão
De tanto eu ser tanto eu que acabo por pensar
Se mais de mim quero exalar
Porta a porta terei de bater
Até um dia, alguém, serei eu? Responder.

 

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